Em Português:

1. O fracasso de uma educação, rural e urbana, que oferece "o circo antes do pão".

Este artigo faz uma análise crítica dos conteúdos curriculares dos ensinos fundamental e médio, indicando que eles são totalmente inadequados às necessidades de vida e de trabalho imperantes nas zonas rurais. As escolas ensinam o supérfluo e não ensinam o essencial; ensinam sobre os elefantes e girafas da África, mas não ensinam como criar racionalmente os animais existentes nas suas propriedades rurais; ensinam sobre as guerras napoleônicas, mas não ensinam como praticar a paz, a solidariedade e a cooperação nas comunidades rurais.

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2. Diagnósticos equivocados e soluções demagógicas estão "paralisando" as iniciativas dos agricultores.

Afirma que as causas do nosso subdesenvolvimento rural não necessariamente estão no colonialismo, no imperialismo, no neoliberalismo, na globalização, no FMI ou na falta de créditos e subsídios; elas estão, muito especialmente, na má qualidade do ensino agrícola e rural, que não desenvolve as potencialidades latentes dos educandos.

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3. A educação e o subdesenvolvimento rural: Jardins Suspensos da Babilônia ou hortas caseiras?

Propõe que os currículos das escolas fundamentais rurais sejam "agriculturalizados" e "ruralizados"; recomenda uma educação com conteúdos úteis, que os educandos possam aplicar na correção das ineficiências que ocorrem nos seus lares, nas suas propriedades e nas suas comunidades, pois são exatamente estas ineficiências, provocadas muito mais pela falta de conhecimentos que de recursos, as principais causadoras da pobreza rural.

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4. Como enfrentar a crise da agricultura: lamentando os problemas insolúveis ou resolvendo os problemas solucionáveis?

Demonstra que, adotando medidas paternalistas, os governos não têm a mais remota possibilidade de promover o desenvolvimento rural com eqüidade. A eqüidade só será possível se, através de uma educação de excelente qualidade, oferecermos às famílias rurais os conhecimentos, as habilidades, as aptidões, os valores e as atitudes para que elas mesmas queiram, saibam e possam assumir como sua a tarefa de corrigir as suas próprias ineficiências e solucionar os seus problemas. Indica que depois que elas corrijam as suas ineficiências, o paternalismo estatal será prescindível.

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5. A escola rural deve formar "solucionadores de problemas".

O texto indica que, para fazer uma agricultura rentável e competitiva, os produtores rurais necessitam muito mais de conhecimentos adequados que de créditos abundantes; muito mais de eficiência produtiva e gerencial que de subsídios; o seu êxito depende muito mais de sua própria competência que da eloqüência dos políticos ou da generosidade dos seus governos.

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6. Por favor, não "ajudem" a agricultura... proporcionem aos agricultores uma educação ÚTIL.

Descreve que as políticas agrícolas paternalistas adotadas pelos sucessivos governos nos últimos 50 anos foram um enorme fracasso e um gigantesco desperdício de recursos públicos que alimentaram uma frondosa burocracia improdutiva e autofágica. Indica que os extraordinários êxitos da agricultura brasileira nos últimos anos ocorreram graças à capacidade e iniciativa dos agricultores. Estes êxitos não ocorreram como conseqüência de mudanças nas políticas do governo brasileiro, do FMI, do Banco Mundial ou da OMC. A revolução produtiva da agricultura brasileira ocorreu nas propriedades e comunidades rurais e não nos gabinetes ministeriais nem nos organismos internacionais. Isto significa que os insumos intelectuais foram muito mais eficazes que as decisões políticas, nacionais einternacionais.

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7. O que PEDEM os agricultores e o que PODEM os governos: mendigar dependência ou proporcionar emancipação?

O artigo demonstra que a maioria das medidas paternalistas que os "especialistas e líderes" rurais reivindicam simplesmente NÃO PODE ser adotada pelos governos; não porque eles não queiram, mas sim porque não podem adotá-las, por falta de agilidade institucional e insuficiência de recursos. Propõe substituir as esgotadas políticas perpetuadoras de dependências por medidas emancipadoras de dependências.

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8. Se a educação rural fizesse os "deveres de casa"... os problemas da agricultura estariam solucionados. 

Propõe uma verdadeira "revolução" nos conteúdos curriculares das escolas fundamentais rurais, das escolas agrotécnicas e das faculdades de ciências agrárias. Sugere que o sistema de educação rural, formal e não formal, se submeta a uma "revolução" de realismo, de objetividade e de pragmatismo. Descreve quais são os "deveres de casa" que o sistema de educação deve executar e inclui sugestões de como fazê-los.

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9. A agricultura depois de Cancun: uma tarefa para os diplomatas ou para os extensionistas?

Opina que os países ricos continuarão, até onde puderem, subsidiando e protegendo os seus agricultores; e que os países pobres continuarão não podendo fazê-lo em benefício dos seus produtores rurais. Sugere que, em vez de continuarmos perdendo tempo com estas utopias (eliminar os subsídios de lá e implantar subsídios aqui),tratemos de tornar os nossos produtores cada vez mais eficientes, para que eles sejam menos vulneráveis aos excessivos subsídios externos e à inexistência de subsídios internos. Em outras palavras, propõe que o êxito dos agricultores nos mercados internacionais seja conseguido com menos protagonismo diplomático e com mais protagonismo agronômico,zootécnico e veterinário; pois na competição dos mercados triunfam os agricultores que oferecem produtos de excelente qualidade e com baixos custos de produção e transação; e isto se consegue muito mais com eficiência agronômica/zootécnica/veterinária e gerencial que com as "boas maneiras" dos diplomatas.

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10. Os agricultores necessitam de um sistema educacional que ajude a solucionar os seus problemas.

Afirma que a reforma curricular das escolas fundamentais rurais já não depende, tal como ocorria antigamente, da iniciativa, dos complicados processos burocráticos e da decisão das altas esferas do ministério ou das secretarias estaduais de educação. Graças às políticas de descentralização, desconcentração e delegação educativa, as adequacões curriculares já podem ser efetuadas pelas autoridades municipais e pelos professores das escolas das próprias comunidades rurais, sem necessidade de autorização prévia das autoridades nacionais e estaduais de educação. Se é assim, por que não fazê-lo? Por que reivindicar ao ministro algo que pode ser efetuado pelo secretário municipal de educação e pela própria comunidade rural?

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11. Uma nova capacitação para o desenvolvimento rural: gastar em atividades ou investir em resultados? Problematizar as soluções ou solucionar os problemas?

Faz um diagnóstico "sem dourar a pílula" das causas que determinam o fracasso dos serviços de assistência técnica e extensão rural - ATER. Propõe medidas, de fácil adoção e baixo custo, para melhorar a eficácia e a produtividade da ATER, a começar pela formação de um extensionista proativo com mentalidade executivo-empresarial que saiba ensinar as famílias rurais a ganhar dinheiro fazendo uma agricultura muito eficiente; propõe a formação de um extensionista engenhoso, criativo e com "muitos calos nas mãos".

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12. O "testamento" de Polan Lacki - Um privilegiado deseja retribuir algo do muito que recebeu da humanidade.

Neste artigo, Polan Lacki doa a sua "obra" a quem quiser apropriar-se da mesma. Em retribuição, apenas solicita que os "novos proprietários" desses artigos e desta página web colaborem na sua difusão. Solicita tal colaboração para que esta proposta emancipadora de dependências chegue aos professores e extensionistas rurais e que estes as difundam àquela grande maioria de famílias rurais que é pobre porque não teve a oportunidade de conhecer alternativas de autodesenvolvimento, compatíveis com os recursos disponíveis nas suas propriedades.

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13. A formação de profissionais para profissionalizar os agricultores... e para o difícil desafio de produzir mais e melhor com menos recursos.

Propõe a formação de engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas e engenheiros agrícolas que tenham criatividade e real capacidade de solucionar os problemas dos agricultores do jeito que eles são; fazendo-o a partir do uso racional dos recursos que eles realmente possuem. Sugere a formação de profissionais menos teóricos e mais práticos que saibam corrigir os erros que os agricultores cometem e solucionar os problemas que os afetam com maior freqüência; profissionais que saibam identificar as potencialidades e oportunidades de desenvolvimento existentes nas propriedades rurais; e não apenas as restrições e ameaças. Descreve o perfil que deveriam ter os referidos profissionais e as medidas que as faculdades de ciências agrárias poderiam adotar para formá-los de acordo com as exigências da agricultura do mundo moderno. Opina que o atual desemprego destes profissionais é causado muito mais pela oferta inadequada das faculdades de agricultura que pela demanda insuficiente do mercado de trabalho.

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14. Buscando soluções para a crise da agricultura: no guichê do banco ou no banco da escola?

Este texto demonstra que a falta de crédito rural é um problema minúsculo frente ao problema maiúsculo que é a insuficiência e inadequação dos conhecimentos que possuem os agricultores, os seus empregados e as famílias de ambos. Propõe que os "tratoraços e caminhonaços" que os agricultores realizam em frente ao Ministério da Fazenda, do Banco do Brasil e do Banco Central para mendigar créditos e subsídios, os façam em frente ao Ministério de Educação, às Secretarias Estaduais de Educação, às Secretarias Municipais de Educação e aos Serviços de Extensão Rural para exigir uma educação de qualidade; pois é nas instituições educativas que estão as causas mais importantes dos seus problemas e conseqüentemente lá deverão ser encontradas as soluções.

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15. Rentabilidade na agricultura: com mais subsídios ou com mais profissionalismo?

Propõe basicamente o seguinte: nos países pobres, conceder subsídios aos agricultores seria uma das soluções mais contraproducentes. Os subsídios, além de premiar a ineficiência, têm o inconveniente de perpetuar a dependência que os agricultores têm do Estado, pois não é suficiente concedê-los uma única vez, e sim é necessário fazê-lo de forma reiterada, a cada ano ou ciclo de cultura. O mais lógico e razoável seria fazer exatamente o contrário, isto é, promover a eficiência dos agricultores para emancipá-los, o mais rápido possível, da necessidade desubsídios.

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16. Desenvolvimento agropecuário: da dependência ao protagonismo do agricultor.

Este é o livro dos pobres rurais e foi redigido para servir como "manual" dos extensionistas que trabalham com agricultores pobres, pois ele responde, com soluções que "custam pouco mas rendem muito", às seguintes perguntas: o que fazer quando a terra é insuficiente e de má qualidade? Idem quando o crédito rural é inacessível? Idem quando as sementes de boa qualidade, os fertilizantes químicos e as rações balanceadas são muito caros? Idem para evitar riscos e incertezas na agricultura? Idem para incrementar os preços de venda das colheitas? Idem para melhorar a relação insumo/produto e aumentar a renda dos produtores rurais? Em resumo, este livro ensina "como produzir mais e melhor" com menos créditos, menos subsídios, enfim, com menos governo. E, o que é mais importante, desmistifica a equivocada afirmação de que só se pode fazer uma agricultura eficiente com muita terra, muito crédito, muitos investimentos.

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17. Desperta Brasil: os governos colapsaram e urge fazer algo radicalmente diferente.

O artigo denuncia a falência generalizada dos serviços oficiais de combate à pobreza nos países da América Latina. Propõe uma estratégia radicalmente diferente para enfrentar o referido problema. Sugere convocar aos próprios cidadãos para que assumam uma crescente parcela de responsabilidade na solução dos seus problemas

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18. O que eu faria se, depois de cinco décadas, voltasse a ser um extensionista?

O texto indica que, através de uma proposta extremamente simplificada, é possível conseguir uma mudança profunda nas atitudes dos extensionistas e das famílias rurais; e como conseqüência desta mudança obter resultados surprendentes nos projetos de erradicação da pobreza rural.

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19. Subdesenvolvimento rural: o outro diagnóstico e a outra solução.

Dos governos é muito pouco, ou quase nada, o que se pode esperar; geralmente as suas estruturas e os seus procedimentos têm tantos vícios, inflexibilidades, ineficiências e distorções que é preferível buscar uma estratégia na qual os cidadãos tornem-se menos dependentes das "ajudas" governamentais.

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20. Carta aberta aos professores e extensionistas rurais: não esperem por soluções externas pois elas não virão e nem sempre são imprescindíveis.

Esta carta aberta é um "convite" para que os educadores assumam como sua a tarefa de corrigir e eliminar as principais distorções, ineficiências e "disfuncionalidades" do sistema de educação rural.
Se sugere que os professores NÃO continuem esperando que as reformas sejam realizadas pelos ministros de educação ou pelos parlamentares; se sugere que os próprios educadores assumam este protagonismo.

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21. Agricultores, abram os olhos: não se dediquem apenas à etapa POBRE do agronegócio.

O artigo sugere que os agricultores "abram os olhos" para a seguinte causa da sua falta de rentabilidade: eles se encarregam apenas da etapa pobre e mais arriscada do agronegócio ( produção ) e delegam a terceiros a etapa rica (processamento e comercialização). Isto é, presenteiam ao setor agroindustrial, comercial e de serviços, a nata do agronegócio. Embora seja um passo importante, não é suficiente que os produtores rurais se integren às cadeias agroalimentares. Eles devem ter como objetivos de curto, médio e/ou longo prazo, o propósito de tornarem-se os "donos" de alguns dos elos das referidas cadeias, como por exemplo: fabricar as suas próprias rações, comprar insumos, fazer os investimentos mais caros, incorporar valor à suas colheitas e comercializá-las, em conjunto; reitero, executar todas estas atividades em conjunto.

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22. Agricultura: se somos tão ricos, por que estamos tão pobres?

O artigo analisa a contradição existente entre as enormes potencialidades produtivas da nossa agricultura e a pobreza imperante em vastas zonas rurais do país. Indica que valiosos recursos produtivos permanecem ociosos ou subutilizados devido à não adoção de medidas elementares destinadas a melhorar o desempenho dos extensionistas e dos produtores rurais.

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23. Os agricultores padecem por falta de conhecimentos úteis enquanto os educadores "fecham os olhos" e "lavam as mãos".

O artigo sugere que os diretores e professores do sistema de educação rural abandonem a cômoda atitude de queixar-se da falta de apoio externo. Eles não devem continuar esperando que os outros corrijam as principais ineficiências e debilidades das suas respectivas escolas; porque muitos desses problemas são gerados dentro das unidades educativas e, conseqüentemente, podem ser solucionados dentro das mesmas, pelos próprios educadores e não necessariamente por agentes externos.

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24. O que os agricultores mais REIVINDICAM nem sempre é o que eles mais NECESSITAM.

Este artigo indica que os agricultores estão reivindicando pseudo soluções que os mantém, ano após ano, dependentes de improváveis ajudas estatais, em vez de exigir a medida mais importante e imprescindível que é uma educação de boa qualidade que lhes permitiria fazer uma agricultura eficiente e rentável e emancipar-se definitivamente da dependência do retórico paternalismo governamental.

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25. Governos equivocados estão destruindo a dignidade dos pobres rurais.

O artigo denuncia a falta de objetividade e de seriedade dos governos na execução dos seus programas supostamente orientados à erradicação da pobreza rural. Estes, em vez de erradicá-la estão perpetuando-a e até estimulando-a . Entre outras razões, porque aos "beneficiários" desses programas é mais cômodo ganhar sem trabalhar e produzir que ter que trabalhar e produzir para poder ganhar.

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26. Crédito rural: o que seria uma grande solução transformou-se numa grande decepção.

O artigo questiona a eficácia do crédito rural na solução dos problemas dos agricultores afirmando que "se o crédito fosse tão eficaz, não teríamos tantos produtores rurais tão fortemente endividados". Concretamente sugere substituir, na medida do possível, os financiamentos pelos conhecimentos.

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27. Os pobres rurais também podem ser eficientes… e quando o forem deixarão de ser pobres.

O artigo descreve os seis erros que, com maior freqüência, comete a grande maioria dos produtores rurais e propõe medidas corretivas para evitá-los, corrigi-los ou eliminá-los. Indica que se o fizerem estarão adotando a estratégia mais eficaz e duradoura para praticar uma agricultura rentável e competitiva..

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28. Quem está prejudicando os agricultores: os que não os subsidiam ou os que não os educam?

O artigo propõe uma mudança radical nas atitiudes dos agricultores: em vez de continuar perguntando-se "o que os nossos governos podem fazer por nós?", perguntar-se "o que nós mesmos, com o apoio de uma educação ÚTIL proporcionada pelos nossos governos, podemos fazer para tornar-nos muito mais eficientes e profissionalisados?".

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29. Uma mensagem de esperança aos pequenos agricultores: a rentabilidade já está ao alcance de todos.

O texto descreve os dez principais "pecadinhos", aparentemente inofensivos, que os pequenos agricultores cometem com muita frequência e demonstra que esses erros os impedem de aumentar a produção e a renda familiar.

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30. O dilema da educação na América Latina: Submeter-se aos sindicatos de professores ou inspirar-se nos campeões mundiais de excelência educativa?

No artigo se argumenta que a péssima qualidade de nossa educação nem sempre e não necessariamente se deve à insuficiência de recursos financeiros, aos baixos salários dos docentes, nem à falta de altas decisões políticas dos governos; e sim à excessivamente teórica, inadequada, insuficiente, descontextualizada, politizada e "ideologizada" formação dos professores que se desempenham nas escolas fundamentais e de ensino médio. Baseado nesta premissa sugere iniciar uma reforma educativa pragmática a partir da modificação radical nas instituições que forman os futuros professores (faculdades de educação e/ou pedagogia e institutos de formação docente).

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31. Os agricultores e suas novas prioridades: exigir uma educação útil, profissionalizar-se e abandonar o individualismo.

O artigo faz uma forte exortação aos produtores rurais para que substituam o seu ancestral individualismo pela formação de grupos cooperativos/de ajuda mutua com o objetivo explícito de viabilizar, facilitar e reduzir os custos na solução daqueles problemas de interesse comum que eles não conseguem ou não lhes convém resolvê-los individualmente.

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32. Os agricultores estão empobrecendo enquanto as suas colheitas fazem "passeios" desnecessários e seus "sócios" agradecem.

O artigo propõe que os produtores rurais eliminem os "passeios" prescindíveis das suas colheitas e dispensem alguns "sócios" que atuam nos excessivos elos de comercialização. Ao adotar tais medidas pagarão menos impostos aos governos, menos intermediarios, menos fretes e menos pedágios.

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33. A educação rural está fora de rumo: os agricultores sofrem por falta de conhecimentos e por excesso de individualismo.

Trata-se do mais claro, direto e contundente texto que o autor escreveu até a presente data ( 8 de maio de 2.012 ) no qual propõe, concreta e objetivamente, o seguinte: Substituir o ineficaz paternalismo governamental por uma educação mais funcional/utilitaria através da qual as próprias familias rurais possam corrigir as suas ineficiências e.....ao fazê-lo, solucionar seus problemas mais imediatos e frequentes.

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34. O melhor negócio não é viver da agricultura e sim viver dos agricultores.

Vários estudos indicam que os produtores rurais latino-americanos estão recebendo, em média, apenas 15% dos preços que os consumidores pagam pelos alimentos nos supermercados. Dos outros 85% se apropriam os crescentes elos das cadeias de intermediação, alguns necessários porem outros prescindíveis, abusivos e até parasitários. O artigo propõe 10 medidas elementares para tornar os agricultores menos vulneráveis ao insaciável apetite dos intermediarios.

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Em Espanhol:

1. La modernización de la agricultura: los pequeños también pueden (disponível apenas em espanhol, porém redigido numa linguagem muito acessível).

Este texto propõe a diversificação produtiva e a "gradualidade" na introdução de inovações (avançar de menos a mais, começar em pequena escala, partir do micro ao macro e do possível para chegar ao desejável) como estratégias para que os agricultores muito pobres também tenham reais oportunidades de se tornarem mais eficientes e mais produtivos. Sugere que as tecnologias de processos e os insumos intelectuais antecedam a utilização das tecnologias de produtos e dos insumos materiais, pois os primeiros estão disponíveis e são quase gratuitos e os últimos são caros e pouco acessíveis. Demonstra que, em grande parte, os recursos necessários para modernizar a agricultura podem ser gerados nas propriedades rurais e não necessariamente buscados nos guichês dos bancos. Indica que uma propriedade adequadamente diversificada pode ser o banco do agricultor, o supermercado e a agência de empregos que gera renda, alimentos para a família e para os animais e ocupação produtiva para todos os membros da famlia durante os 365 dias do ano. Adotando esta dupla estratégia, o crédito rural que parecia ser indispensável passa a ser prescindível e até desnecessário.

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2. Educación agrícola superior: la urgencia del cambio.

Este livro é uma ampliação do texto número 13. Propõe a formação de profissionais mais "engenhosos", criativos, práticos e pragmáticos, que saibam, na teoria e na prática: a. diagnosticar as causas reais (não os sintomas ou as causas aparentes) dos problemas rurais, especialmente daqueles que são solucionáveis pelos próprios agricultores, com menor dependência de ajudas externas; b. formular soluções aos problemas cotidianos dos produtores rurais que sejam compatíveis com os recursos que eles realmente possuem; e c. executar com eficiência as práticas, tarefas e rotinas que os agricultores realizam nas distintas etapas do negócio agrícola. Para que isto seja possível, propõe que, durante o seu período de formação, os estudantes tenham a oportunidade e a obrigação de realizar, com a sua criatividade e com as suas próprias mãos, todas as práticas produtivas, gerenciais e organizacionais da agropecuária, tantas vezes quantas sejam necessárias, até que aprendam a executá-las com perfeição e eficiência.

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3. Educación agrícola superior: una propuesta de estrategia para el cambio.

Tal como indica o seu título, este texto descreve uma estratégia para levar à prática as medidas propostas no documento anterior. É uma espécie de guia metodológico com sugestões de "o que" fazer e "como" fazer para adequar a formação dos profissionais de ciências agrárias às necessidades da agricultura moderna e globalizada. Simplifica e desmistifica a aparente dificuldade de efetuar as modificações curriculares.

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4. La formación de técnicos agropecuarios para el nuevo mercado de trabajo.

Este texto tem um conteúdo similar ao do documento nº 13, com a seguinte diferença: ele aborda a formação de técnicos agrícolas, isto é, técnicos de nível médio, formados pelas escolas agrotécnicas.

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5. La formacion de técnicos agropecuarios: lo educativo al servicio de lo productivo; enseñar y aprender produciendo.

O conteúdo deste texto é similar ao do documento nº 26, com a seguinte diferença: em vez de abordar a formação de profissionais de nível superior (agrônomos, veterinários e zootecnistas), analisa a formação de técnicos de nível médio, egressos das escolas agrotécnicas.

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